16 de abril de 2008

Dream Fashion Tour - Cuiabá

Ao todo, em seis meses, o evento Dream Fashion Tour estará vistando 11 Estados e 12 cidades do Brasil em busca de modelos.

No último sábado (12) a cidade contemplada pelo evento foi Cuiabá com shows da banda regional La Rica e do rapper Marcelo D2, além do humor da dupla de comediantes Nico e Lau. Durante o show de Marcelo D2 foi realizado o desfile de lingerie da marca Forúm, com modelos escolhidas na capital matogrossense.

Mas o evento, que para os organizadores seria um espetáculo, para a população cuiabana não foi bem assim. Os portões que deveriam ser abertos as 19h no Centro de Eventos do Pantanal, como informado na divulgação, foram ser abertos por volta das 20h, horário em que os shows e desfile deveriam ter começado.

Enquanto a elite encontrava-se sentada na área vip, os pagantes para estarem na pista tiveram de permanecer em pé por quase 1h30min esperando o evento começar. Segundo informações apuradas o atraso deu-se pelo fato de os organizadores estarem aguardando a chegada do cantor Marcelo D2 que ainda encontrava-se no hotel.





































































* Desculpem pelo estado das fotos, eu estava um pouco longe do palco e o zoom da minha máquina não é muito bom. Antes que me esqueça fotos do desfile, show do Marcelo D2 e do Nico e Lau não aparecem aqui, pois fui embora do evento antes mesmo deles subirem ao palco. Muita gente foi embora antes de deles subirem ao palco, algumas pessoas pelo que pude apurar foram embora antes do evento começar e durante o show da Banda La Rica (até que os meninos tocam bem, mas o atraso foi de mais). Ah o meu ingresso foi cortesia.









11 de abril de 2008

Palavrinha Minha

Salve, salve galeraaa!!! Voltei de novo e espero conseguir voltar aqui com mais freqüência. Hehehehe

Bom passei rápidinho pra dar um alô e desejar um bom fim de semana. Portanto: Bjim Bjim Xau Xau


SAÚDE

No compasso da dança

A procura por estúdios e academias de dança aumenta em função da busca pelos benefícios à saúde e bem-estar

VIVIANE PETROLI
Especial para o Jornal Circuito Mato Grosso

Arquivo Pessoal de Clara Azevedo
Existem vários estilos de dança e cada um trás em si benefícios à saúde e bem-estar de seu praticante. Entre os ritmos mais conhecidos estão a salsa, o forró, tango, zouk, flamenco, dança do ventre, balé, jazz e valsa.

A partir de qualquer idade pode-se praticar todos os tipos de dança. De acordo com a professora de dança do ventre, Clara Azevedo, se a pessoa pratica por mais de três anos consecutivos os resultados o acompanharão por toda a vida, ajudando no desempenho de atividades e nos relacionamentos com outras pessoas.

Quando a dança é iniciada ainda na infância, contribui numa melhor coordenação motora, na flexibilidade e na agilidade.

Dança do Ventre
Há seis anos dando aulas de dança do ventre, Clara Azevedo, diz que não existe idade para se começar a aprender a dança. “As turmas infantis têm que ser separadas por causa da didática. A pessoa pode começar com qualquer idade, o tempo de aprendizado é de acordo com a pessoa”.

A Dança do Ventre é específica para mulheres, mas atualmente, também existem homens que praticam. “Tecnicamente é destinada às mulheres, assim como o Cururu é para homens”.

Segundo Clara, a procura por esse estilo aumentou nos últimos anos, principalmente depois da exibição da novela ‘O Clone’, de Gloria Perez, onde a atriz Giovana Antonelli interpretava uma dançarina. “A novela o Clone trouxe bastante repercussão e quando se está na mídia a procura aumenta. As pessoas passam a conhecer mais e a se interessar também”.

Dança do Ventre durante a gravidez
Muitas mulheres se perguntam de podem fazer dança do ventre durante a gravidez por causa dos movimentos exigidos. Conforme Clara Azevedo, a mulher pode sim fazer a dança durante a gravidez, desde que já pratique há certo tempo. “Começar na gravidez não é recomendável, porque é tudo novo no corpo da mulher. Todas as atividades, fora a hidroginástica, que exija esforço do corpo não são recomendáveis”.

De acordo com a professora, estudos comprovam que a prática da dança favorece no momento do parto. “Já tive alunas que dançaram até o sétimo mês de gravidez”.

Benefícios proporcionados pela Dança do Ventre
A Dança do Ventre é uma dança que, além de sensual, mexe com o corpo da mulher, sendo um exercício completo. Ela mexe com a feminilidade, é terapêutica, estimula a autovalorização, mexe com os aspectos emocionais, físicos e psicológicos.

Entre os vários benefícios que a Dança do Ventre proporciona às mulheres podem ser citados:
§ Tonificação e fortalecimento dos músculos do corpo;
§ Alongamento da musculatura, prevenindo assim lesões;
§ Estimulo das funções ovarianas;
§ Diminuição e alívio das cólicas menstruais;
§ Aprimoramento da capacidade respiratória e neuro-motora;
§ Melhoramento na circulação sanguínea;
§ Desenvolvimento da criatividade;
§ Auto-estima e confiança;
§ Combate ao stress e depressão;
§ Melhoramentos nas funções digestivas;
§ Correção da postura;
§ Conforme estudos realizados, uma hora de Dança do Ventre queima 330 calorias, além de prevenir varizes.

Dança de Salão também ajuda no desenvolvimento
Assim como a Dança do Ventre a Dança de Salão também ajuda no desenvolvimento corporal e mental dos que praticam. Os ritmos proporcionados pela Dança de Salão são bem variados e vão desde o Bolero ao Vanerão.

De acordo com o professor de dança Rodinei Barbosa, a dança é uma das mais importantes atividades humanas. Ele diz que a Dança de Salão surgiu entre os anos 1.200 e 1.500 e que era restrita à elite em grandes festas com bailes, onde as coreografias eram complicadas e dançadas em pares, mantendo a expressão corporal em harmonia com a música.

“A arte de dançar é um método que permite ao indivíduo conhecer o inesgotável potencial que o corpo tem de nos nutrir, equilibrar e levar ao caminho da consciência”. Ainda de acordo com Barbosa, hoje em dia, as pessoas têm procurado muito por ritmos como samba de gafieira, salsa, forró e o country.

Segundo o professor, além da ajuda no desenvolvimento corporal e mental, a dança também contribui com uma melhor percepção musical, fazendo com que a pessoa se desenvolva mais ainda na pista, pois ela acaba tendo uma maior consciência dos movimentos. “A dança ajuda as pessoas a esquecerem da correria e do stress diário em uma hora de aula”.

Confira alguns benefícios proporcionados à saúde e ao bem-estar de quem pratica dança de salão:
§ Diminuição do stress;
§ Superação da timidez;
§ Melhoramento da postura;
§ Melhoramento da percepção rítmica e da musicalidade;
§ Fortalecimento das pernas e ombros;
§ Melhoramento da circulação sanguínea;
§ Elimina a ansiedade;
§ Perda de peso;
§ Aprimoramento da coordenação motora;
§ Permite uma melhora na auto-estima e quebra de diversos bloqueios psicológicos.

Metodologia Carlinhos de Jesus
Há seis meses aberta em Cuiabá a Casa de Dança Ana Sabóia tem procurado ensinar aos praticantes da Dança de Salão a Metodologia do dançarino e coreógrafo Carlinhos de Jesus, que vem a ser um estilo de dança livre.

Ana Sabóia que formou-se na Escola de Dança de Carlinhos de Jesus e trabalha com dança há 13 anos, sendo 12 anos destes ao lado do próprio Carlinhos de Jesus, diz que a procura pela dança tem sido boa, principalmente de casais. “A intenção de abrir a Casa de Dança foi de tirar os homens de casa para acompanhar as mulheres”, diz Ana Sabóia que conta ainda que com esse incentivo muitos relacionamentos melhoraram após as aulas.

Os ritmos básicos oferecidos são o Bolero, o Samba de Gafieira, o Forró e o Swing. “Também oferecemos aos nossos alunos cursos de Samba no pé e a partir do dia trinta e um de março dança sertaneja, onde a música é sertaneja e os passos são gauchescos. Nossas aulas são de segunda-feira a sábado e o aluno que quiser aula particular pode estar escolhendo o ritmo e o horário que quer fazer e lhe oferecemos um casal de professores para estar ensinando o casal de alunos”, diz Ana Sabóia.

Com relação à idade dos alunos, Ana diz que não há restrições, mas por enquanto a Casa de Dança Ana Sabóia não oferece cursos para crianças. Já para as pessoas da melhor idade existe um professor que vai até o projeto Humanizar para trabalhar com eles.

Para Ana Sabóia os benefícios das aulas de dança são “em primeiro lugar a dança é uma terapia, aqui os alunos esquecem o dia-a-dia, segundo o aprendizado dos ritmos, terceiro a união entre os casais aumenta pelo fato de os homens começarem a dançar. É um exercício físico sem contra indicação que atende todas as idades e sem discriminação. Trabalha-se a coordenação motora, o equilíbrio, a musicalidade, a postura e no geral o bem-estar físico e mental, sem contar na socialização”.

Ana Sabóia conta que na falta de homens para dançar as mulheres estão procurando aulas próprias para elas dançarem sozinhas. Conforme Ana são danças em forma de aula aeróbica para perder caloria e também para aprender a dançar.

Mais informações sobre a Dança do Ventre podem ser obtidas pelo telefone
3627-5442 e sobre a Dança de Salão pelos fones 9982-5942 ou 3616-6900.

* Segunda foto faz parte do arquivo pessoal de Rodinei Barbosa

Rádio Pinel no Mais Você

Fala sério gente, adorei esta novidade do Programa Mais Você, com Ana Maria Braga, na Rede Globo. Espero que o programa consiga melhorar agora, porque nos últimos tempos socorrooooo tava uma coisa. Tudo bem que não tenho muita oportunidade de assistir este programa ou por estar estudando ou no trabalho, mas que está ou estava uma porcaria isso ninguém pode negar.

Hoje o Mais Você deu um novo passo colocando no ar a Rádio Pinel! inventada pelos BBBs 8 Alexandre Scaquette, Marcos Parmagnani e Rafinha. Se a rádio já fazia sucesso na casa do Big Brother deve fazer sucesso aqui fora também.

A primeira exibição da Rádio Pinel! no Mais Você contou com as participações de Zezé di Camargo e Luciano e da atriz Fernanda Paes Leme.

Não deixem de conferir o beijo técnico entre Louro José e Fernanda Paes Leme.


10 de abril de 2008

Palavrinha minha

Salve, salve galeraaaa. Tô na área de novoooooo. Hehehehe Tá aí mais uma matéria que escrevi pro Circuito Mato Grosso, saiu semana passada, só que esqueci de postar. hehehehehe

Espero que tenham gostado do Especial de Aniversário de Cuiabá, pois eu amei fazer.

Bom vou indo nessa. Tenho que corrigir pela terceira vez o artigo científico de apresentarei em seminário dia 24 ou 25 e terminar a monografia. Tá acabando aeeeeeeeee. Xiii empolguei, mas tudo bem. :D

Bjim Bjim Xau Xau

AUDIOVISUAL

Cresce o número de produções em MT

Apesar de Mato Grosso não ser visto com bons olhos em outros Estados com relação à produção audiovisual a atividade vem crescendo dentro do Estado a cada dia

VIVIANE PETROLI
Especial para o Jornal Circuito Mato Grosso


Paulo Traven - foto arquivo pessoal do Paulo
A arte do cinema teve seu início em 28 de dezembro de 1895, em Paris, com os irmãos Louis e Auguste Lumiére com a exibição do filme “A Chegada de um Trem”, que é o primeiro filme da história do cinema.

Hoje o cinema é considerado a sétima arte e teve seu nascimento vindo da fotografia. No Brasil o cinema foi chegar somente em 8 de julho de 1896, por meio de Pascoal Seguetto e José Roberto Cunha Sales, que por sinal, exibiram o mesmo filme seis meses antes em Paris. Já no Estado de Mato Grosso o cinema foi chegar somente no inicio do século XX, mais precisamente em 1908.
Segundo o geógrafo e membro do Instituto Histórico e Geográfico de Mato Grosso, Aníbal Alencastro, nos últimos anos a produção cinematográfica no Brasil vem crescendo gradativamente, tanto no campo de curtas quanto de longa metragem. “O primeiro documentário gravado no país foi sobre a expedição Rondon”.

Produção Audiovisual em Mato Grosso
De acordo com o produtor audiovisual e idealizador do curso de pós-graduação em Cinema realizado pelo Museu da Imagem e Som (MISC), José Paulo Traven, as produções audiovisuais no Estado têm crescido mais do que o esperado. “Temos mantido uma regularidade com a produção de curtas captados e finalizados em película 35mm. De 2006 pra cá temos cinco curtas, dos quais dois estão para ser lançados, temos muitos realizadores produzindo seus vídeos em suporte digital, que tratam da grande diversidade cultural de Mato Grosso, retratados nos documentários diversos”.

Pós-graduação em Cinema
O curso de Pós-graduação em Cinema de Mato Grosso conseguiu obter uma boa procura por parte dos profissionais da área de Comunicação Social. Segundo Paulo Traven foram 112 inscritos e escolhidos, após processo de seleção, 50.


“Este curso se mostrou um projeto de imenso sucesso, pois conseguimos agregar as melhores cabeças do cinema nacional, temos a coordenação pedagógica de Joel Zito Araújo, tivemos aulas ministradas por Maurice Capovilla, Inimá Simões, Silvio Darin que é o atual secretário do audiovisual do Ministério da Cultura, José Carvalho, David Tyguel, Rodrigo Fonseca (O Globo), Assunção Hernandez, Sérgio Penna (Carandiru), Luiz Carlos Lacerda, entre outros”, conta Paulo Traven que diz já estar buscando parcerias para uma segunda edição do curso.

Lei de Incentivo à cultura no Estado de Mato Grosso
Conforme Traven existe incentivo por parte do Ministério da Cultura, que vem disponibilizando editais para produções de curtas, documentários, animações entre outros.

“No Estado temos o Fundo de Fomento à Cultura que é o único instrumento possível para as produções serem realizadas e que tem financiado todos os filmes de Mato Grosso. No município de Cuiabá, temos um edital que se chama Cuiabá Cidade Arte, que tem premiação para a realização audiovisual”.

De acordo com Aníbal Alencastro, os projetos inscritos na Secretaria de Estado de Cultura passam por uma avaliação do Conselho Cultural e as verbas liberadas são conforme o tamanho do projeto.

Festivais de Cinema
Em Cuiabá, anualmente é realizado o Festival de Cinema e Vídeo. O Festival é realizado há cerca de 15 anos. Em 2008, o tema será o Centenário do Cinema em Mato Grosso. Em todo o país são realizados 200 festivais.

Paulo Traven afirma que no interior do Estado a produção audiovisual também é significativa, dado o número de pessoas que se inscreveram no curso de pós-graduação em cinema. “Temos um Festival que está indo para a segunda edição que é o Festival Floresta, realizado em Alta Floresta”.

Gente que faz e acontece
Há nove anos em Cuiabá, o técnico de áudio Aroldo Maciel, mais conhecido como “Carioca” vem se destacando na produção audiovisual no Estado. Maciel conta que quando chegou em Cuiabá, para trabalhar como músico e técnico em áudio num estúdio na cidade, no qual produzia trilhas sonoras para documentários e filmes, recebeu um convite de Bárbara Fontes para produzir a trilha sonora de um documentário. “Durante essa produção eu percebi que para eu entrar para o ramo seria fácil”.

Carioca fez cinco documentários onde foi produtor e diretor, além de outros quatro onde participou com trilha sonora e edição. “Eu vejo que devido à maioria das pessoas terem câmera, todos querem produzir algo, todo mundo tem pelo menos um vídeo no YouTube e quanto mais se faz mais se aperfeiçoa, motivo pelo qual acho que a tendência, tanto em Mato Grosso quanto no país, é de aparecerem grandes produtores”.

Filmagens na África
Recentemente, Maciel passou um mês na África filmando o documentário “Missões na África – De volta ao berço da civilização” sobre o fim do Apartheid, ocorrido há 12 anos. “Quando recebi o convite da organização não-governamental Missão Internacional África para Cristo (MIAPAC) para fazer um documentário, pensei que não seria muito bom o tema, pois envolveria religião, mas quando pisei na África vi que tinha um furo nas mãos”.

Aroldo conta ainda que teve que entrar como turista no país para poder realizar as filmagens, pois as autoridades locais quando veem que alguém chega no país com filmadoras já encaminham para “um roteiro fabuloso para filmar pinguins do trópico, leões, elefantes e cidades como Johanesburgo”.

“Como eu já fui com um objetivo entrei como turista, fui direto para o Campo de Bekkerdal para coletar material sobre como vivem a maioria dos sul-africanos sem condições de vida, doze anos após o fim do Apartheid”.

Lei de Incentivo
Aroldo conta que todas as vezes que trabalhou em projetos que envolviam a Secretaria de Estado de Cultura eram projetos de outras pessoas. “Talvez porque meu nome só tenha valor entre as pessoas que fazem o audiovisual em Mato Grosso e não as que aprovem. Fui sempre contratado por pessoas que tiveram seus projetos aprovados, mas de qualquer forma acho muito válido, pois de qualquer maneira fomenta o audiovisual”.

Leis
Lei Rouanet
Criada em 23 de dezembro de 1991, a Lei Rouanet, Lei Federal 8.313, permite que empresas, patrocinadoras da cultura, abatam até 4% no imposto de renda, desde que estes já disponham de 20% do total já pleiteado.

Os projetos culturais, para serem enquadrado na Lei, devem passar primeiramente pela aprovação do Ministério da Cultura, sendo apresentados à Coordenação Geral do Mecenato e ter a aprovação da Comissão Nacional de Incentivo à Cultura.

Lei do Audiovisual
Assim como a Lei Rouanet que dá incentivo às produções culturais, o Ministério da Cultura criou também a Lei do Audiovisual, Lei Federal 8.685, que permite o desconto fiscal para quem for comprar cotas de filmes que estão em fase de produção. O desconto é de 3% para pessoas jurídicas e de 5% para pessoas físicas sobre o imposto de renda.

A Lei do Audiovisual foi criada, em 20 de julho de 1993, para atividades audiovisuais e tem como mecanismo o incentivo fiscal.

De acordo com a Lei 8.685/93, “Sua ação veio a se somar aos mecanismos previstos na Lei de Incentivo à Cultura, que se aplicavam e continuam a se aplicar também à atividade audiovisual. Um projeto audiovisual pode, assim, beneficiar-se dos dois mecanismos concomitantemente, desde que para financiar despesas distintas”.

Quem quiser receber incentivos deve apresentar seu projeto, por meio de formulário próprio, à Secretaria para o Desenvolvimento Audiovisual do Ministério da Cultura. Estes projetos deverão indicar os valores a serem utilizados e a prestação de contas, após a conclusão.


* Foto de Aroldo Maciel faz parte de seu arquivo pessoal.

7 de abril de 2008

Palavrinha Minha

Salve, salve galeraaaa volteiiiiiiiii. Hehehe Gente que delicia feriado em plena terça-feira, nossa sem noção, bom por um lado e bom por outro nem tanto, por que atrasa todo serviço, mas tudo bem, só falta resolver uma pauta mesmo que está pela metade.

Aff quero aproveitar esse feriado de aniversário de Cuiabá (não deixem de conferir o especial que fiz para o Jornal Circuito Mato Grosso e que postei logo abaixo) para ver se termino minha monografia. Agora o trem engrena de novo. Hehehehe

Gostaria de aproveitar e parabenizar à todos os meus colegas de profissão pelo nosso dia. Jornalistas Parabééééééééééééééns.

Bom vou parar de enrolar e deixá-los ler os posts de hoje, assim que der eu volto. Blz??? Sendo assim fico por aqui.

Bjim Bjim Xau Xau



07 de abril - Dia do Jornalista

Dia do Jornalista


Hoje é 07 de abril
Um dia qualquer como
Qualquer outro dia normal
Para alguns pode ser isso
Para outros pode ser uma
Data comemorativa como por exemplo
Aniversário,
Mas para aqueles que ralam,
Sofrem de sol a sol,
Recebem vários nãos ao longo do dia,
Telefones na cara,
Chefe no pé,
Editor enchendo o saco,
Revisão reclamando da falta de matéria
Para revisar e dos erros gramáticais.
Diagramador querendo fechar a página e
Ainda falta aquele maldito detalhe
E ainda tem que chegar em casa
Fazer o serviço de casa, ajudar os filhos nas tarefas
Ou fazer as suas da faculdade,
Aturar pai, mãe, irmão ou marido e namorado
Torrando a paciência.
Para estes que ainda tem que ouvir
Diariamente que sua profissão é fácil
Pois, é preciso só falar com fulano
Ou ciclano que tudo está resolvido
Quando na verdade não é nem um pouquinho
Porque algumas vezes o que precisam fazer não dá certo,
Aquele fulano ou ciclano fura,
Enfim essas pessoas dão um duro o dia inteiro
E quase sempre, se não sempre
Não tem seu trabalho reconhecido e dado o seu devido valor.
Essas pessoas tem que aguentar além de tudo isso
O desrespeito e o atraso de seu salário
E isso os que são de fora nem percebem.
Parabéns Jornalistas pelo seu dia
Parabéns por ter que aguentar tudo isso e um pouco mais
Parabéns por ter a cara e a coragem que muitos não tem
Parabéns para nós.
E não se esqueçam: nós somos o quarto poder.


Autora: Viviane Petroli
07 de abril de 2008

Especial Aniversário de Cuiabá - POEMA

289 anos de Cuiabá

Ah bela Cuiabá
Cidade da Festa de São Benedito,
Do Cururu, do Siriri
E da Maria Isabel com farofa de banana.
Cidade Verde que tanto
Alegra seu povo.
Ah bela Cuiabá
Que com seus 40ºC de pura animação
Agita seu povo.
Cidade acolhedora de Rubens de Mendonça,
Dante de Oliveira, Generoso Ponce,
Miguel Sutil e Júlio Muller.
De João Sebastião, Zé Bolo Flô,
Maria Taquara, Dona Domingas,
Pescuma, Henrique e Claudinho,
Entre tantas outras personalidades.
Ah bela Cuiabá
Hoje completas mais um ano de vida,
Mais um ano de aprendizado e ensino
Ao seu povo.
Ah bela Cuiabá
Que continue assim,
Sempre bela e formosa por mais de 289 anos
E que a cada ano que se passe
Possamos comemorar mais e mais suas conquistas.
Ah bela Cuiabá
Que tantas alegrias trás ao seu povo,
Sejam eles nativos ou pau-rodados.

Autora: Viviane Petroli
18 de março de 2008

Especial Aniversário Cuiabá - CULTURA

Cultura que não pode morrer

Segundo Aníbal Alencastro, Cuiabá teve dois períodos culturais que são antes e depois da Guerra do Paraguai

VIVIANE PETROLI
Especial para Jornal Circuito Mato Grosso

Traje Feminino do Siriri (Foto: Viviane Petroli)
Festa de São Benedito, Cururu, Siriri, Rasqueado Cuiabano, Viola-de-Cocho, sentar a beira da calça e prosear, bolo de arroz, mojica de pintado, Maria Isabel e farofa de banana, Festa de São Gonçalo, Festa do Divino Espírito Santo, Carnaval no bairro do Porto e Museu do Rio estas são algumas características que fazem parte da cultura cuiabana que vem desde a criação do município e outras que foram surgindo no decorrer do tempo.

Para Aníbal Alencastro, Cuiabá teve dois momentos culturais: um antes da Guerra do Paraguai e outro após a mesma. “Nós somos uma cidade bem interiorana, bem isolada praticamente, tivemos um bom período em que ficamos isolados antes da Guerra do Paraguai e depois da Guerra do Paraguai. E durante a Guerra do Paraguai, isso em 1857 mais ou menos, nesse período toda a cidade de Cuiabá ficou bastante isolada e esse isolamento fez com que surgisse uma cultura sui generis”.

Um bom exemplo disso é a gastronomia. O historiador afirma que por Cuiabá ser fechada e não ter vínculo algum com as regiões do litoral brasileiro não vinha nada de fora, com isso os que aqui moravam tinham que produzir seu próprio alimento.

“Então tínhamos a carne, o arroz, o feijão, com isso o que acontece é a invenção de pratos, como o Bolo de Arroz feito do próprio arroz e banha de porco, a Maria Isabel, quer dizer a carne seca com o arroz, eram coisas que se tinha aqui no momento.

O historiador ainda conta que tem coisas que só aqui em Cuiabá apareceram como é o caso da viola-de-cocho, o rasqueado e as músicas. “Depois que acabou a Guerra do Paraguai, Cuiabá teve outro alento que ajudou muito, que foi a abertura dos portos para a imigração. Foi nesse momento que vieram os europeus. Eram italianos, espanhóis e árabes”.

A cultura hoje
Com a abertura dos portos, após a Guerra do Paraguai, vieram estrangeiros e pessoas de outras partes do Brasil para Cuiabá, com isso a cultura foi se misturando, principalmente a partir de 1970.

De acordo com Aníbal Alencastro essa migração de pessoas de outros Estados para Cuiabá mexeu muito com a cultura daqui, pois possuem uma cultura muito forte, sobretudo os “sulistas”.

A exemplo disso, pode-se citar os Centro de Tradições Gaúchas (CTG) que podem ser encontrados na maioria dos municípios e distritos de Mato Grosso. O historiador conta que apesar da imposição da cultura dos migrantes da região sul do país, acabam aceitando a cultura cuiabana. “Mas se brincar muito,-- a nossa vai até perder a força, por isso temos que batalhar para manter a nossa cultura viva. Tudo bem que venha a de fora, mas também vamos impor a nossa e vamos conservá-la”, diz Aníbal indignado.

Embora a cultura cuiabana e até a mato-grossense, sofra com essa imposição de culturas de outros Estados, a cultura daqui está sendo bem mais divulgada, internamente, para que não se perca. “Cuiabá é uma cidade antiga, de muita tradição e assim está se mantendo. Você vê a parte de religião que impõe os Santos, São Benedito, entre outros, até hoje está se cultivando isso”, diz Aníbal.

Apesar de Cuiabá estar fazendo isso para sua cultura, Aníbal Alencastro diz estar com medo de que a cultura de fora abafe a cuiabana, mas mesmo assim ainda acha que ela está caminhando bem.

“Outra coisa que tem acontecido em Cuiabá é a literatura que está muito boa, ela está se elevando muito e está se registrando muita coisa. E tem o audiovisual que também está ajudando muito a manter a cultura daqui. Você vê o Márcio Moreira ele fez um documentário chamado Saringangá, onde ele conta um pouco sobre o nosso folclore e aí a gente vê como é bonito e que devemos incentivar a permanência dele”, fala Aníbal Alencastro.

Conheça algumas culturas cuiabanas
Cururu
O Cururu é formado de danças rodeadas e toadas. Somente os homens podem participar e suas músicas são tocadas na viola-de-cocho, no adufe e no ganzá. A viola-de-cocho, no Cururu, possui cinco cordas duplas.

Siriri
Siriri já é diferente do Cururu. Nele homens e mulheres dançam em fileiras e roda, respondendo ao que a música pede. Suas músicas são cantadas ao som da viola-de-cocho, do ganzá e do tamburi. O Siriri de roda possui coreografias simples, danças em movimentos de rodas ao pares e os dançarinos tocando com as mãos palmadas, dos outros dançarinos da roda, da esquerda para a direita. O Siriri de fileira é organizado em duas fileiras, uma de frente para outra (homens de um lado e mulheres de outro).

Rasqueado Cuiabano
O Rasqueado Cuiabano é um ritmo que surgiu da junção da música e da dança da polca paraguaia, dos paraguaios que ficaram presos aqui durante a Guerra do Paraguai e do Cururu e Siriri dos ribeirinhos cuiabanos.

Danças cuiabanas
Além do Cururu, do Siriri e do Rasqueado, Cuiabá ainda oferece o Boi a Serra, a Dança de São Gonçalo, o Chorado, a Dança dos Mascarados, a Dança do Congo, a Dança dos Lenços, o Lundum, o Lambadão entre outras.

Comidas
Maria Isabel, Farofa de Banana, Mojica e Moqueca de Pintado, Pacu assado, Furrundu de Mamão, Bolo de Arroz, Pacu na folha de bananeira, Carne seca com banana, Paçoca de carne, Francisquito, Arroz com pequi, Frango com pequi, Lingüiça cuiabana entre outras.

Artesanato
O artesanato cuiabano é conhecido especificamente pela viola-de-cocho e pelas redes bordadas que hoje chegam a ser vendidas no exterior. Além disso tem as bonecas de pano, artesanato em madeira como canoas, pilão, cerâmica (potes, panelas de barro, vasos, jarros, moringas, etc), trançados feitos de fibras vegetais de taquara, buriti e urumbumba para confecção de cestarias e móveis.

Artistas que fazem parte da cultura cuiabana
Na música pode-se encontrar Roberto Lucialdo, João Eloy, Dílson Oliveira, Gilmar Fonseca, Mestre China (já falecido), Guapo, Pescuma, Henrique, Claudinho, Verá Capilé, Abel dos Santos, Banda Vanguart, Banda Art Manha, Banda Arapuca, Banda Hátores, Banda Erresom, Banda Venial, Dois a Um, Fabrício e Fernando, Sara e Lívia, Breno Reis e Marco Viola, Ouro Preto e Boiadeiro, Anselmo e Rafael, Banda Trânsito Livre, Banda Kayamaré, etc.

Já nas artes plásticas tem-se João Sebastião, Vitória Basaia, Adir Sobre, Giovanni de Paula, Jonas Barros entre outros.

A literatura e a poesia fica por conta de Carlos Gomes de Carvalho, Móises Martins, Públio Paes de Barros, Fernando Tadeu de Miranda Borges, Manoel Barros, Silva Freire, Ricardo Guilherme Dicke, etc.